Vamos fazer funcionar sem você precisar estar em tudo. A Axiostone diagnostica, constrói a ferramenta, implanta, treina o time e acompanha até a rotina pegar. Sete eixos, contratados por prioridade e orçamento.
Não é opinião de consultor. É o que a pesquisa oficial brasileira mostra há duas décadas: o que derruba negócio não é falta de produto nem falta de esforço — é ausência de planejamento, de gestão e de informação. Cada número abaixo aponta para um eixo do modelo. Todas as fontes estão linkadas.
Das empresas nascidas em 2017, só 37,9% continuavam ativas cinco anos depois. A queda é progressiva: 76,2% no primeiro ano, 59,6% no segundo, 49,4% no terceiro, 42,3% no quarto.
Repare no formato da curva. Quase nada acontece no primeiro ano — o negócio morre no terceiro e no quarto, exatamente quando cresceu o suficiente para não caber mais na cabeça de uma pessoa só. Não é um problema de largada. É um problema de estrutura.
Fonte: IBGE, Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo 2022, divulgada em 2024. ver cobertura
Mais da metade dos empreendedores não elaborou plano de negócios antes de abrir a empresa. As três principais causas de fechamento nos cinco primeiros anos: falta de planejamento, deficiências na gestão e o comportamento do próprio empreendedor.
Nenhuma das três é falta de mercado. Todas as três são estrutura.
Fonte: Sebrae-SP, Causa Mortis — o sucesso e o fracasso das empresas nos primeiros cinco anos de vida, com 2,8 mil empresas pesquisadas. ver no Sebrae
46% começaram sem conhecer os hábitos de consumo dos próprios clientes nem quantos consumidores teriam. 39% não sabiam de quanto capital de giro precisariam.
São decisões de milhares de reais tomadas sem o número na frente. Isso não melhora sozinho com o tempo: vira o hábito da casa.
Fonte: Sebrae-SP, pesquisa Causa Mortis. ver no Sebrae
Mortalidade em cinco anos por porte: 29% entre MEIs, 21,6% entre microempresas e 17% entre empresas de pequeno porte. E no grupo das empresas que fecharam, foi maior a proporção de quem não fez nenhuma capacitação.
Quanto mais estruturado o porte, menor a mortalidade. Estrutura e formação não são consequência de sobreviver — são parte da causa.
Fonte: Sebrae, Sobrevivência de Empresas 2020, com base em dados da Receita Federal e pesquisa de campo. ver na Agência Sebrae
Em serviços financeiros, aumentar a retenção de clientes em 5% produz mais de 25% de aumento no lucro — não no faturamento, no lucro.
Usamos aqui o número conservador, publicado pela própria Bain. Circula por aí uma versão de "25% a 95%" que não é rastreável até o estudo original. Se não conseguimos verificar, não publicamos.
Fonte: Fred Reichheld, Bain & Company — Prescription for cutting costs: loyal relationships. ver o documento da Bain
Nenhum desses números fala do seu negócio especificamente. É por isso que o trabalho começa por um diagnóstico, e não por uma proposta.
A empresa anda porque você lembra, decide, atende e resolve. O crescimento para no limite da sua agenda — e contratar não resolve, porque não existe nada escrito para entregar a quem chega.
Muda a escala, não o problema. No MEI e no hospital os sintomas são os mesmos. Se você reconhecer três dos cinco ao lado, a estrutura já está custando dinheiro que você não está vendo.
Não existe padrão escrito. O padrão é você, e você não escala.
Não num painel. Decisão boa vira questão de sorte e de memória.
Sem rotina de acompanhamento, a perda só aparece quando chega no caixa.
Sem trilha de treinamento, cada contratação recomeça do zero — e você é o professor.
Você vira o gargalo do crescimento que você mesmo criou.
E existe um segundo problema, do qual quase todo empresário desse porte já foi vítima: a consultoria que entrega um PDF e vai embora. O diagnóstico estava certo. Só que ninguém implantou, ninguém treinou o time e, seis meses depois, o relatório está na gaveta e a operação está igual.
Cada eixo é um módulo do mesmo sistema, não um serviço avulso. O diagnóstico mostra onde está a lacuna; você contrata por prioridade e orçamento, na ordem que o caixa permite. Soluções e inovações tecnológicas atravessam todos os eixos.
POPs, processos, fluxogramas, controles de qualidade, governança e preparação regulatória.
Painéis de indicadores, precificação, simuladores, scripts de venda e análise de rentabilidade por produto e cliente.
Curadoria independente de sistemas — avaliar antes de comprar — e automação do trabalho repetitivo do dia a dia.
Recrutamento assistido, remuneração variável por indicador, conformidade trabalhista e treinamento in company.
Jornada mapeada, padrão de atendimento, pesquisa de satisfação, fidelização e tratamento de reclamação como dado.
Posicionamento, mensagem e auditoria de quem já faz o seu marketing: escopo, entrega e prestação de contas. Não executamos campanha — estruturamos a cobrança de quem executa.
Testar barato antes de investir caro: novos produtos, canais, filiais e modelos — sempre com estudo de viabilidade antes do cheque.
Uma imagem mostra onde a empresa está vulnerável, prioriza onde colocar dinheiro e mede a evolução a cada ciclo.
O método é público de propósito. Se você quiser aplicar sozinho, aplique.
Todo diagnóstico vira plano, todo plano vira implantação, toda implantação vira rotina acompanhada. Você não recebe um plano do que fazer. Recebe a coisa funcionando e o time sabendo operar.
60 a 90 minutos, roteiro fixo. Você sai com a matriz dos 7 eixos, a nota da sua empresa em cada um e a recomendação de qual atacar primeiro. Uma página. Sem compromisso.
Imersão na operação, leitura dos seus dados e auditoria eixo a eixo. Entrega o Radar de Maturidade completo e o plano de estruturação priorizado, com ordem, prazo e orçamento realista.
Escopo fechado e preço fixo. Ferramentas, documentos e padrões construídos, entregues e instalados na rotina — sempre com treinamento de quem opera.
Reunião de gestão com pauta fixa, painel de indicadores mantido e fila de implantação com dono e prazo por item. É aqui que a estrutura deixa de depender de você.
O método é o mesmo. O que muda é o tamanho do problema e, por consequência, o preço. Um MEI não precisa de programa de consultoria — precisa da ferramenta pronta e de saber usar.
Pacote fechado por eixo. Você recebe o instrumento construído — a planilha de precificação, o conjunto de POPs, a trilha de treinamento, o painel — e a equipe é treinada para operar. Preço baixo porque o padrão não muda.
Regra da casa: se precisar customizar, deixou de ser Ferramenta. Ou vira Execução Acompanhada, ou não pega. É o que mantém o preço baixo para quem cabe no padrão.
Começa pelo Diagnóstico Profundo e segue em sprints por eixo, na ordem de prioridade que o diagnóstico apontou. Depois da implantação, entra o acompanhamento mensal — que é onde a estrutura para de depender do dono.
Por que o diagnóstico é obrigatório: sem ele, o escopo vira chute e a conta vira surpresa. Não trabalhamos assim.
Sete eixos, quarenta e dois critérios. É o mesmo instrumento que usamos em imersão com cliente — a diferença é que aqui quem pontua é você, sem evidência observada por fora. Pontue de 0 a 5, com honestidade. No fim você recebe o seu Radar de Maturidade, a nota de cada eixo e a fila de prioridades. Dá para imprimir ou salvar em PDF.
| Eixo | Nota | Classificação |
|---|---|---|
| SCORE GERAL | 0,0 | — |
Este é um autodiagnóstico: você pontua a própria empresa, sem contraditório. Na imersão, cada nota é ancorada em evidência observada — documento aberto, sistema acessado, pessoa entrevistada — e a nota costuma cair. É justamente aí que aparece o que ninguém estava vendo.
Saúde é o ambiente mais difícil de padronizar que existe: variabilidade a cada atendimento, decisão sob pressão, norma apertada e zero margem para erro. Estruturar gestão de qualidade nesse cenário — protocolo, indicador e fluxo que funcionam mesmo quando tudo muda o tempo todo — é a prova mais exigente de método. É daí que vem a Axiostone.
A credencial não é teórica. Vem de gestão executiva real e multissetorial: hospital, varejo, serviços e educação. Protocolo clínico, faturamento de convênio, indicador assistencial, inventário, folha e planejamento estratégico completo, entregues e em operação.
É essa mistura que sustenta o formato: não basta apontar o que está errado. É preciso construir a ferramenta, ensinar o time a usar e ficar por perto enquanto pega.
A marca carrega a mesma ideia: AXIO (do grego áxios, digno de valor — raiz de axioma) + STONE (pedra, a tradução do sobrenome Rocha). A base digna de confiança sobre a qual empresas inteligentes se constroem.
Quatro pedidos que a Axiostone não atende. Melhor você saber agora do que na terceira reunião.
Post, campanha, criativo, tráfego. Não executo. Audito quem executa e organizo a cobrança.
Se não existe intenção de implantar, o diagnóstico não muda nada. E o meu não é decorativo.
Se a solução já foi escolhida, você precisa de executor, não de estruturação.
O preço do pacote existe porque o padrão existe. Customizou, mudou de formato e de preço.
Dizer isso na primeira conversa é o que mantém o preço honesto para quem fica.
Uma sessão de 60 a 90 minutos, roteiro fixo. Você sai com a matriz dos 7 eixos, a nota da sua empresa em cada um e a recomendação do que atacar primeiro — em uma página. Se fizer sentido seguir, a gente conversa sobre formato e preço. Se não fizer, o material é seu do mesmo jeito.
Atendimento presencial em São Luís e região metropolitana. Remoto em todo o Brasil.
Quando o seu cliente reclama que cresceu e virou bagunça, é exatamente isso que eu resolvo. Tenho material pronto para você repassar sem precisar explicar nada, e regra de contrapartida por escrito.